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  |  |  | Blog | Mar 27, 2011 |
Uma das mais importantes observações realizadas por mim, também neste período foi a da conjunção da sonda Messenger em sua proximidade ao planeta Mercúrio. Visível ao entardecer (por volta das 16 às 17:30h), o planeta Mercúrio, apresentava-se... more  | Guestbook | |
 | Photoshop, a mais antiga novidade da internet. |
 | A observação do planeta Vênus ao leste, a partir das 4:15 da madrugada do dia 25/12, foi um espetáculo que este astro´porporcionou aos observadores em Recife. |
 | O tão esperado eclipse Lunar deste m?es não foi visível em céus do Recife. contudo, a visibilidade e a clareza da noite em Lua Cheia apresentou a lua com excelente magnitude e proporcionou monetos de pesquisas das mais positivas. |
 | Muito interessantes as fotos vindas do Sol esta semana no site do weather.com. Tá valendo pelos estudos que podem advir a aprtir daí. Nada mais nítido. |
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vallois wrote on Aug 20, '09, edited on Aug 20, '09 Olá amigos, espero que tenham observado a passagem do planeta Vênus junto a Lua Crescente. Daqui vfoi observável as 4: 30h por aí. O tempo ainda estava escuro, sem nuvens e com algumas estrelas visíveis. A conjunção ficou por uns 20 m. O nascer do sol sol surgiu a Leste. E foi tudo muito bom. |
 | Olá, Amigos,
O cometa Lulin teve a sua provável aparição em céus do Recife, PE. Já por volta das 03:40m, iniciei as minhas observações. O céu estava bom para a atividade astronômica e foquei o meu binóculo em direção ao provável site aonde poderia encontrar o C/2007, Cometa Lulin.
Da resultante das minhas observações constatei, já por volta das 04:30, aproximadamente que em volta da constelação de Libra havia algo visível entre algumas das estrelas. Impossível definir ao primeiro momento, mas o cometa Lulin deveria, nas proximidades. Algo como uma luz visível e com algo em volta de uns 2.7 de magnitude. A ausência da luz da Lua também facilitou sobremaneira distinguir que o Lulin estava ali no campo das minhas buscas.
Acentei o binóculo e constatei que se não fosse o Lulin deveria ser o planeta Saturno. Não era. Este estava mais adiante. Contudo, a constelação de Libra estava visível e dei por concluída as minhas anotações, sem antes distinguir que havia ausência de ventos, as nuvens estavam esparsas e os céus limpos. Também verifiquei que o astro a ser observado se encontrava a sudeste de conformidade com o que visualizei.
Finalmente, hoje, dia 24/02, haverá uma boa probabilidade para se observar este cometa visto que, ele deverá estar o mais próximo possível do planeta Terra, uns cerca de um 38 mil milhas (Space.Weather.com).
Espero que os colegas consigam também justificar a presença deste cometa em nossos céus e fazer fotos e filmagens do mesmo. |
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vallois wrote on Dec 6, '08, edited on Dec 6, '08 Olá,
Estive na observacão dos planetas Júpiter e Vênus desde os dias 28 a 30/11. O local destinado à verificação deste fenômeno foi em área rural. Tive excelente visibilidade: céus claros, limpos, sem nuvens (esparsas) e sem poluição luminosa. Usei binóculos e na maioria das vezes a olho descoberto. A magnitude era muito boa, em que variava entre os 4 a 4,5 em graus. Também fotografei, momento em que espero, tão logo, possa postar tais fotos. Continuei com minhas observações ainda quando os dois planetas estavam orbitando. Não havia lua ainda. Já, em 30/11, em Recife, pude observar a conjunção completa dos três astros. |
 | Bom amigos,
Por aqui, este mes, o mais interessante foi a conjuncao dos planetas - Jupiter Saturno e Marte. Todavia, mesmo com o tempo nao adequado para a observacao, muitas chuvas), e somente apos a divulgacao do mesmo para o dia 4 de julho, mais precisamente para Hemisferio Norte, nada consegui observar. Contudo, dois dias passados, em observacao casual em direcao ao Sul, com RAD por volta de uns 37 graus, cerca de umas seis horas e meia da noite, consegui observar dois planetas e um terceiro ja modificando a sua orbita. Sem mais e estando em pleno comcentro comercial, portanto, longe dos meus equipamentos de observacao, nada pude deixar registrado sobre essa conjuncao. Espero alguma confirmacao sobre a primeira Uniao de Planetas de 2008.
Abcrs a todos e bons c[eus,
Marco Valois |
 | Olá pessoal, já vai um tempo, contudo, acho que vale pela característica do fenômeno. Bom vamos lá. em maio, no início, por volta das 21:40m da noite, em reunião em casa de amigos, estava na varanda e comigo algumas pessoas. Eis que surge, com magnitude 4.5, e de cor meio esbranquiçada, sem notação de rastro e seguindo em direção ao N, e com velocidade de aproximados 80km/h - um cometa. Mesmo com os céus quase que encobertos por nuvens características do início do inverno aqui na região, pude observar que o meteoro teve essas características e manteve-se no meu campo de visão por cerca de uns 5", mas o suficiente para chamar algumas pessoas próximas e observarmos o fenômeno. Creio que pelas suas características, o meteoro deve ter sido um SPO, de passagem contra o sol e que mediava cerca de 45 graus, vindo pelas imedia;oes do planeta Marte.
Abcs,
Marco Valois |
 | Eu que agradeço vosso elogio. Paz e céu lindo. |
 | Caríssimo Marcos:
Obrigado por sua visita e seu depoimento. Já havia visitado seu site que contém preciosos ensinos. Aproveito para desejar-lhe e aos seus, um ano repleto de alegrias e registrar meu amor por essas terras onde estive palestrando tempos atrás.
Sejam felizes!
João |
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vallois wrote on Dec 31, '07, edited on Apr 23, '10 As Galáxias, um melhor entendimento depois do Hubble
Na verdade, as galáxias são formações onde podem existir de 1 a 100 bilhões de estrelas. Essas, juntam uma incrível ajuntamento de poeira e de gás, afora um enorme conjunto de elementos ou compostos químicos que ali se aglomeram e se unem para, ao se expandirem, expelirem gases e mais compostos químicos que ajudam na formação do que chamamos de espaço sideral. Dentre os mais conhecidos estudos sobre galáxias empreendidos ainda nos anos 60, se destaca o da Galáxia de Andrômeda. Essa, vou citar aqui alguns dos seus postulados, é considerada dentre as galáxias espirais que proporcionou avanços em termos de conhecimento sobre definições concernentes as galáxias classificadas por espirais, elípticas, e irregulares. Porém, dentre esses modelos didáticos, as mais conhecidas são as classificadas de espirais.
Suas estruturas são compostas por grandes braços espirralados. Nos seus braços se encontram aglomerados de estrelas, ditos galácticos ou abertos, que nada mais são do que conjuntos em forma irregular, e que contém algumas dezenas ou centenas de estrelas, com dimenções da ordem de 10 anos-luz. O fato é que, raramente, se encontram estrelas variáveis. Assim, além de tais clusters, e muitas vezes a eles associados, podem existir grandes quantidades de poeira e gás, ou principalmente hidrogênio.
Recentemente, em sondas enviadas aos planetas Marte e Saturno, encontrou-se evidências de metano, hidrogênio, carbono e porções de oxigênio, dentre outros elementos químicos! De formas que nas galáxias, podem ainda ser encontradas em seus braços muitas gigantes azuis da seqüência principal , e as estrelas variáveis que aí foram obserrvadas, em que, no geral, estas são em geral, cefeidas clássicas, isto é, variáveis de curto período do tipo Delta Cephei, e, quando nos aglomerados, são irregulares e do tipo, T Tauri.
Então, para se entender que os braços das galáxias fazem parte de um sistema mais ou menos discoidal, que se estende pelo chamado plano galáctico, onde as nuvens de hidrogênio se mostram em estado turbulento, ocasião em que muitos astrônomos amadores ou profissionais com bons equipamentos, conseguem capturar excelentes fotos de estrelas ora contidas em galáxias ou em expansão. O material que forma esse sistema achatado costuma ser chamado de população I, e é rico em metais e elementos pesados.
Portanto, a avaliação a priori das galáxias proporciona um conjunto de descobertas que num futuro ainda distante, dado as suas distâncias, bem podem trazer minerais capazes e úteis a auxiliar a produção do planeta Terra, quiçá ainda não perececível pela ação danosa do homem.
Um fato ainda avaliatório e de monta e que se destaca quando do estudo das galáxias é: a expansão dos aglomerados galácticos, que indica que as estrelas que as compõem são relativamente jovens comparativamente, ora com idades ainda inferiores a 100 milhões de anos, sendo que as estrelas mais velhas, por exemplo do sol terrestre, já atingiram cerca de 5 bilhões de anos de existência! Novidades e descobertas à parte, a busca por novos meios no espaço cósmico pode estar ainda no seu início, mesmo com mais de 50 anos de exploração espacial. Descobertas iguaias a ssas podem bem validar a ida de naves espaciais ao cosmo com a certeza de que novos procedimentos trarão subsídios a uma maior sobrevivência da produ~]ao de insumos terrestres também contidos no espaço. vide meteoritos e seus compostos.
Já o núcleo das galáxias possui um sistema aproximadamente esférico e que se estende em todas as direções sob forma de um halo galáctico de aglomerados globulares , onde esses podem chegar a grandes distências do seu centro. Já o material que forma esse sistema denomina-se de II. Sua forma deve ter precedido à da população I. Seus constituintes são mais velhos, formados há 6 bilhões de anos. Então, se se construir, em especial e em particular, para as estrelas que compõem o núcleo das galáxias (um diagrama de Hertzsprung-Russel), ver-se-á que a posição da sequência principal não segue o mesmo formato ou não cincide com os diagramas para as estrelas da população I, mesmo situando-se de maneira semelhante , estes se encontram mais abaixo, e não apresentam gigantes azuis. Portanto, essas estrelas que estão a formar o núcleo , assim chamadas de subânas, são mais pobres em metais, que as da população I e entre ela só número de gigantes vermelhas é que é relativamente grande.
Desta forma, é um pouco e relativamente fácil encontrar estrelas variáveis do tipo W Virginis e de longo período. Existe ainda aglomerados de estrelas , ditos globulares ou fechados, de diâmetro com até 300 anos-luz, que são conjuntos de simetria esférica, com grandes condensações no centro. Esses clusters podem conter cerca de 50.000 a 100 milhões de estrelas, muitas das quais do tipo RR Lyrae.
Quanto as elípticas irregulares, essas são galáxias que podem ser ainda consideradas como galáxias espirais das quais se retirou a população I e a populção II, respectivamente. As elípticas podem ser assim consideradas quanto a sua formação como elementos contidos prioritariamente na população II, consistindo em um núcleo de forma elipsoidal e um halo de aglomerados globulares, nelas não se encontrando nuvens de gás. Já as galáxias irregulares, também são sistemas achatados, cosntituídos exclusivamente pela população I, porém, ricos em nuvens de gás.
Quanto as suas distribuições, pode-se inferir que as galáxias se distribuem de maneira mais ou menos uniforme, com tendência à formação de aglomerados. Assim, por exemplo, a galáxia que pertence o sistema solar, ou melhor, a grande galáxia espiral de Andrômeda, as galáxias irregulares conhecidas como Nuvens de Magalhães e mais cerca de uma dezena delas contidas em uma região de 1 milhão de anos-luz de diâmetro, podem ser conceituadas como um aglomerado conhecido como um "grupo local".
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PS - Boas fotos de Eta, de Cancri, de Procyon, e muitas outras, em 2008.
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 | Forte abraço ao Colega. Parabéns por sua formação em Astronomia. José Luis |
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